Clima quente
Sport se defende das acusações de suborno por parte do Náutico
Diretor Wanderson Lacerda nega participação de qualquer pessoa da direção do clube
postado em 28/04/2011 17:52 / atualizado em 28/04/2011 18:04
Anunciada como uma bomba pelo do Náutico, a notícia caiu como tal na Ilha do Retiro. O Timbu acusou o Sport de tentar subornar o meia Eduardo Ramos através do pai dele, Carlos Antônio Martins. Os alvirrubros alegam ter provais documentais, tais como fotos e vídeos.
Pelo lado rubro-negro, a informação surgiu de outra maneira. O vice-presidente de futebol Severino Otávio, Branquinho, acusou o diretor do Náutico Toninho Monteiro de agredir o seu genro, conhecido Daniel, que almoçava com o pai de Eduardo Ramos, num restaurante em Boa Viagem. Segundo o dirigente rubro-negro, o genro dele inclusive foi a uma delegacia prestar queixa contra o alvirrubro, que o teria agredido verbalmente e fisicamente. "Toninho Monteiro chegou xingando ele e agredindo, pelo que eu soube, acusando-o de subornar Eduardo Ramos", contou.
O diretor de futebol Wanderson Lacerda deu a palavra de defesa do Sport sobre o caso. Ele garantiu que nenhum dirigente do Sport está envolvido com esse tipo de denúncia de suborno. "Não vejo a menor possibilidade disso ser verdade. Se existir algum diretor de futebol, presidente ou vice do Sport envolvido, e eles provarem, vamos nos reunir para discutir a situação", afirmou o dirigente. "Mas no momento temos que esperar o que está vindo, quais as provas contundentes que eles têm, para nos defender melhor", completou.
Wanderson demonstrou preocupação com o clima que está sendo criado, segundo ele, por parte dos dirigentes do Náutico. "Essas coisas começaram depois do jogo de domingo. Primeiro foi uma grade. Depois um funcionário da FPF foi acusado de desligar a energia do vestiário, sendo que isso não aconteceu. Só posso dizer uma coisa: o meu grupo está 100% blindado contra qualquer situação que possa ocorrer. E digo mais. Todo o grupo, jogadores ou comissão técnica, estão liberados para conversar com qualquer diretor do Náutico ou Santa Cruz, porque nós temos confiança neles", disse o dirigente.
Pelo lado rubro-negro, a informação surgiu de outra maneira. O vice-presidente de futebol Severino Otávio, Branquinho, acusou o diretor do Náutico Toninho Monteiro de agredir o seu genro, conhecido Daniel, que almoçava com o pai de Eduardo Ramos, num restaurante em Boa Viagem. Segundo o dirigente rubro-negro, o genro dele inclusive foi a uma delegacia prestar queixa contra o alvirrubro, que o teria agredido verbalmente e fisicamente. "Toninho Monteiro chegou xingando ele e agredindo, pelo que eu soube, acusando-o de subornar Eduardo Ramos", contou.
O diretor de futebol Wanderson Lacerda deu a palavra de defesa do Sport sobre o caso. Ele garantiu que nenhum dirigente do Sport está envolvido com esse tipo de denúncia de suborno. "Não vejo a menor possibilidade disso ser verdade. Se existir algum diretor de futebol, presidente ou vice do Sport envolvido, e eles provarem, vamos nos reunir para discutir a situação", afirmou o dirigente. "Mas no momento temos que esperar o que está vindo, quais as provas contundentes que eles têm, para nos defender melhor", completou.
Wanderson demonstrou preocupação com o clima que está sendo criado, segundo ele, por parte dos dirigentes do Náutico. "Essas coisas começaram depois do jogo de domingo. Primeiro foi uma grade. Depois um funcionário da FPF foi acusado de desligar a energia do vestiário, sendo que isso não aconteceu. Só posso dizer uma coisa: o meu grupo está 100% blindado contra qualquer situação que possa ocorrer. E digo mais. Todo o grupo, jogadores ou comissão técnica, estão liberados para conversar com qualquer diretor do Náutico ou Santa Cruz, porque nós temos confiança neles", disse o dirigente.