União
Todos por Mazola Júnior
Técnico conta com o grupo rubro-negro para sacramentar a vaga na decisão do Pernambucano
postado em 28/04/2012 09:20
O principal trunfo de Mazola Júnior é ter, ao menos aparentemente, o grupo nas mãos. Sintonia evidenciada em palavras e gestos. Com um jeito sisudo frente às câmeras, o técnico leonino ficou emocionado, com o rosto vermelho, ontem, ao saber de uma campanha, encabeçada por Marcelinho Paraíba, para dedicar o título ao treinador. “Fico orgulhoso. Ver jogadores desse nível fazendo esse trabalho e tão comprometidos com o treinador. Gosto muito dessa atitude, por ser da forma como eu e a comissão técnica somos com eles, a simbiose com o grupo, a nossa conduta frontal com eles”, declarou.
Mazola utiliza um jeito singular de se dirigir ao elenco. O penúltimo treino do time antes do duelo decisivo contra o Náutico teve muito trabalho de fundamentos como marcação e troca de passes em campo reduzido, cruzamento e finalização. Tudo sob o olhar crítico do técnico. “Não pode errar cruzamento”, “vamos lá, hoje é sexta-feira ainda”, “olha essa furada”, “vamos goleirada, vocês vão buscar na rede umas 85 vezes”, “um pouco mais rápido, um pouco mais de alegria, quero ver o treino mais alegre”, “vamos caprichar mais” foram alguns dos incentivos. Não faltaram chavões. “Vamos colocar corda no sapato”, “ai, mamãe”. Sem contar com os apelidos. “Acerta o cruzamento, Gazela (Moacir)”, “boa, Shrek (Jheimy)”.
Ninguém cogita a desclassificação. Não há plano B ou aparente aflição sobre a permanência para a disputa da Série A. Mas, intimamente, os rubro-negros sabem dos prejuízos caso não conquistem o título ou não cheguem à final.
Mazola utiliza um jeito singular de se dirigir ao elenco. O penúltimo treino do time antes do duelo decisivo contra o Náutico teve muito trabalho de fundamentos como marcação e troca de passes em campo reduzido, cruzamento e finalização. Tudo sob o olhar crítico do técnico. “Não pode errar cruzamento”, “vamos lá, hoje é sexta-feira ainda”, “olha essa furada”, “vamos goleirada, vocês vão buscar na rede umas 85 vezes”, “um pouco mais rápido, um pouco mais de alegria, quero ver o treino mais alegre”, “vamos caprichar mais” foram alguns dos incentivos. Não faltaram chavões. “Vamos colocar corda no sapato”, “ai, mamãe”. Sem contar com os apelidos. “Acerta o cruzamento, Gazela (Moacir)”, “boa, Shrek (Jheimy)”.
Ninguém cogita a desclassificação. Não há plano B ou aparente aflição sobre a permanência para a disputa da Série A. Mas, intimamente, os rubro-negros sabem dos prejuízos caso não conquistem o título ou não cheguem à final.