Público Fantasma
Contratos do Todos Com a Nota podem ser revistos, segundo assessor
Em Caruaru, sistema pode ser digital assim como acontece no Recife
postado em 06/04/2014 13:59
Integrante da equipe do governo e à frente do Todos com a Nota desde 2007, o assessor Gustavo Aguiar reconhece as falhas do programa relativas às desproporção entre os bilhetes trocados e o público presente aos estádios no Campeonato Pernambucano. Principalmente nos jogos dos clubes intermediários. E, apesar de reconhecer que falar em mudanças nesse momento é algo precoce, devido à eleição estadual em outubro, diz que é preciso rever alguns pontos no contrato firmado com os clubes e a Federação Pernambucana.
“Ficamos preocupados com essa relação entre os ingressos trocados e a falta de público nos estádios. Havia o registro de fatos como esse, mas isso nunca foi tão gritante como neste ano. Estamos trabalhando em duas frentes para tentar corrigir isso. Uma delas seria a implantação do sistema digital também no interior. A outra seria pagar apenas pelo público presente. Teoricamente, nada impede que isso seja feito”, destacou Aguiar.
O assessor, no entanto, ainda vê ressalvas em algumas dessas mudanças. Principalmente a implantação do sistema digital no interior. “Não sei isso poderia ser feito em todas as cidades. Talvez Caruaru já possa comportar esse sistema. Mesmo assim isso pode minimizar, como acontece no Recife, mas não garante que o problema seja resolvido”, finalizou.
Fantasmas
Em duas ocasiões, o Diario denunciou os públicos fantasmas do Campeonato Pernambucano. Ambas no ano passado. A primeira no dia 5 de fevereiro, ainda referente ao Estadual de 2013 e a segunda no dia 14 de dezembro, já com relação à atual edição da competição. O curioso é que, após a última, os públicos relativos ao TCN caíram drasticamente. Porto e Chã Grande, por exemplo, que haviam trocado praticamente toda a carga de bilhetes nas três primeiras rodadas do 1º turno, reduziram a troca para públicos que variaram de 1.400 a 450 pessoas nos três jogos subsequentes. Nas duas últimas partidas da fase, no entanto, o montante total voltou a ser trocado.
“Ficamos preocupados com essa relação entre os ingressos trocados e a falta de público nos estádios. Havia o registro de fatos como esse, mas isso nunca foi tão gritante como neste ano. Estamos trabalhando em duas frentes para tentar corrigir isso. Uma delas seria a implantação do sistema digital também no interior. A outra seria pagar apenas pelo público presente. Teoricamente, nada impede que isso seja feito”, destacou Aguiar.
O assessor, no entanto, ainda vê ressalvas em algumas dessas mudanças. Principalmente a implantação do sistema digital no interior. “Não sei isso poderia ser feito em todas as cidades. Talvez Caruaru já possa comportar esse sistema. Mesmo assim isso pode minimizar, como acontece no Recife, mas não garante que o problema seja resolvido”, finalizou.
Fantasmas
Em duas ocasiões, o Diario denunciou os públicos fantasmas do Campeonato Pernambucano. Ambas no ano passado. A primeira no dia 5 de fevereiro, ainda referente ao Estadual de 2013 e a segunda no dia 14 de dezembro, já com relação à atual edição da competição. O curioso é que, após a última, os públicos relativos ao TCN caíram drasticamente. Porto e Chã Grande, por exemplo, que haviam trocado praticamente toda a carga de bilhetes nas três primeiras rodadas do 1º turno, reduziram a troca para públicos que variaram de 1.400 a 450 pessoas nos três jogos subsequentes. Nas duas últimas partidas da fase, no entanto, o montante total voltou a ser trocado.
