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“Eu dei o aval também para que o Juninho viesse. Apesar de se ouvir, ele só tem 20 anos. Os erros aconteceram e nada justifica. Ele se arrependeu, ainda só tem 20 anos. Isso aconteceu com 17 anos e já se passaram três. Em três anos, ele foi do craque e da promessa ao marginal. É o processo que eu falo, a nossa parcela de contribuição. A gente contratou um atleta tecnicamente muito bom e promissor. Temos informações. Algumas coisas vieram em relação a isso. Da maneira como foi viabilizado o empréstimo, nós temos cláusula”, disse o treinador.
Além da acusação de agressão a ex-namorada, o jogador, hoje com 20 anos, também se envolveu em outras polêmicas extracampo. No ano passado, ele foi acusado de agredir um repórter na saída de campo, além de se envolver em uma confusão por supostamente portar uma arma de fogo, no qual acabou inocentado.
A transferência com o Guarani, aliás, não foi a primeira em que a contratação do jogador foi protestada. Isso porque, em negociações anteriores com Ceará e Corinthians, os protestos surtiram efeito e os clubes acabaram desistindo da sua vinda.
Revelado pelo clube e tido como grande promessa, Juninho estreou nos profissionais com 16 anos marcando gol em clássico contra o Náutico e chegando até a seleção brasileira sub-17, mas não conseguiu vingar. Em campo, no total, o atacante tem oito gols em 61 partidas disputadas e contrato com o Leão até o fim de 2021. Neste ano foram quatro jogos e uma bola na rede.

