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Daniel Paulista seguiu a mesma linha de raciocínio. “Acho que a partir do momento que se proíbe a entrada de torcedores nas partidas ela também tem que ser paralisada. Ao mesmo tempo que você não expõe os torcedores, mas se coloca as delegações em uma exposição em um momento onde todo mundo está apreensivo”, reclamou Daniel Paulista.
“As delegações têm que viajar, circular em aeroportos onde o foco de movimentação de pessoas de várias nacionalidades e outros lugares é muito grande. Viajamos em aviões com pessoas que não sabemos de onde estão vindo. E uma situação que temos que evitar no momento, até pela situação que ainda está indefinida”, completou.
Itamar Schulle seguiu a mesma linha de raciocínio. “Vejo que futebol não tem graça sem torcida. Agora, a parte mais importante é que estamos falando da vida de todos nós. Esses cuidados são necessários, é a vida dos nossos atletas, é a vida da nossa família. Se precisar parar tem que se parar e só retornar no momento que as autoridades acharem conveniente. O momento é triste, mas estar jogando dessa maneira (portões fechados) não vejo que vai fazer bem”, lamentou.

