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Jogadores do Náutico garantem que não jogaram a toalha ainda na busca pelo acesso

Jogadores admitiram que acesso ficou quase impossível, mas seguem acreditando

postado em 03/11/2014 17:21 / atualizado em 03/11/2014 18:56

Celso Ishigami /Diario de Pernambuco

Náutico/Twitter/Divulgação
Para um time que ainda sonha com o acesso, a derrota para o Icasa foi um resultado ruim, claro. Entretanto, foi a postura do Náutico o que mais incomodou à torcida alvirrubra. Sonolento, o Timbu corroborou com a teoria de que a ausência de um objetivo paupável (fosse o sonho da Série A ou a luta contra o rebaixamento) mexeu de maneira decisiva na competitividade do time. No primeiro trabalho de preparação para o Clássico das Emoções do próximo sábado, os jogadores garantiram que a equipe segue empenhada na conquista dos objetivos traçados para o Brasileiro.

Apesar de terceira derrota consecutiva ter diminuído as chances de acesso para cerca 1%, o volante Paulinho garante que o time ainda não jogou a toalha. “Jogar a toalha jamais. Cometemos alguns erros nas últimas rodadas, mas não podemos perder as esperanças. Até porque uma vitória no clássico pode deixar a gente perto do G4 novamente”, destacou. Discurso semelhante ao do lateral esquerdo Raí, que também reconheceu que o time está devendo. “Sabemos que estamos devendo muito ao nosso torcedor, mas ainda não jogamos a toalha. Temos alguns jogos pela frente e enquanto houver chance, continuaremos lutando.”

A dupla reconheceu ainda que após as últimas rodadas, o Timbu precisa começar a ficar atento com a outra ponta da tabela. “Temos que ficar preocupados sim”, admitiu Paulinho. “O Z4 não está mais tão distante assim. Temos que mirar a parte de cima, mas continuar ligados na parte de baixo. De qualquer forma, só a vitória nos interessa no clássico”, acrescentou. “Na verdade, a partir de agora, toda partida tem que ser encarada como um clássico, uma decisão”, completou Raí. “Sabemos que é muito difícil de o Náutico cair, mas temos que manter a atenção e voltar a pontuar. Temos que sair da confusão”, finalizou.