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Após início de Série B com ataque e defesa funcionando, Náutico oscila e piora rendimento

Time tem criado chances, mas tem pecado nas finalizações e sofrido muitos gols

postado em 24/07/2015 09:20 / atualizado em 24/07/2015 09:51

Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco

Rafael Brasileiro/DP/D.A.Press
O Náutico começou a Série B com tudo. Cinco vitórias em cinco jogos, 16 pontos conquistados e apenas dois gols sofridos. Campanha que surpreendeu e que sempre é lembrada por Lisca, já que o treinador ouviu muito que sua equipe era candidata ao rebaixamento. A principal característica do time era não tomar gols e aproveitar as poucas chances criadas. Agora acontece justamente o contrário. O time cria mais oportunidades, desperdiça as chances e a defesa toma gols há oito partidas seguidas. Por isso Lisca quer resgatar o espírito do começo da competição e espera algumas peças para conseguir isso.

Contra o Botafogo, o treinador alvirrubro escalou Josimar e no decorrer da partida colocou João Paulo no decorrer da partida. Dois atacantes que não vinham atuando e que provaram que Lisca ainda tem dúvidas de quem escalar do meio para frente. Tirando Douglas, nenhum outro atacante do elenco marcou gols nos últimos 15 jogos (Série B e Copa do Brasil) e o treinador reconhece que sua esperança era que Bérgson pudesse ajudar na melhora da equipe. Só faltou o atacante não se machucar.

“Demos azar com o Bérgson. Ele entrou bem e estava pensando em utilizá-lo contra o Botafogo e centralizar o Douglas. Arriscamos em levar ele e achamos que poderia se recuperar. No treino na Gávea ele voltou a sentir e preservamos ele. Espero que isso seja abreviado porque trouxemos ele para reforçar a equipe”, justificou Lisca.

Além de esperar por Bérgson, o técnico ainda espera uma sequência maior de Pedro Carmona, que já está pronto para voltar ao time, o comandante alvirrubro espera que seu sistema tático volte a funcionar. “Já temos uma base do time, mas estamos procurando essas duas peças. Uma que chegue para ajudar o Douglas e outra que ajude mais na organização e chegue ao ataque. Também estamos tomando gols e não é apenas a questão ofensiva. É uma coisa casada com a outra. Um zagueiro vai e faz o gol, outra vez o atacante ajuda a tirar uma bola parada. É uma questão de encaixe das peças”, explicou.