NÁUTICO
Para atletas do Náutico, euforia pela vitória no clássico é passado e o foco agora é o Central
Rodrigo Souza e Rodolpho agora só pensam no confronto da próxima quinta-feira
postado em 03/02/2016 08:34 / atualizado em 03/02/2016 09:34
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Psicologicamente, é natural que os jogadores de futebol se concentrem mais quando vão enfrentar um rival, já que o nível técnico exigido é mais elevado. Normalmente, há um relaxamento quando se enfrenta um time menor logo na sequência a um clássico. Mas, não é o que vai acontecer no Náutico. Experiente e já tendo jogado com Dal Pozzo na Chapecoense, Rodolpho garante que este não é o perfil do treinador. “Com o Gilmar não vejo relaxamento em nenhum momento. Gilmar não deixa cair o rendimento. Aquele que relaxar vai sair da equipe”, revelou.
Prevendo uma partida difícil, em um estádio que considera tradicionalmente complicado - “desde que eu comecei a carreira, sempre deu muito trabalho nos seus domínios” -, o goleiro assegura que o Náutico vai encarar o jogo conta o Central “da mesma maneira que encaramos o Santa Cruz, com muito comprometimento”, disse. Portanto, promete um Náutico determinado. “A gente vai estar muito focado para fazer um grande jogo, que vai ser muito importante para o andamento da competição.
Quem também prevê um confronto complicado é o volante Rodrigo Souza. Para o meio-campista, o Central não está entre os seis por acaso e ainda recorda que, no ano passado, a Patativa ficou à frente do Náutico no Pernambucano. “Diante de sua torcida, em um campo em que a gente não está acostumado a jogar. Precisa de bastante atenção para fazer uma boa partida”, alertou.
Sobre o gramado do Lacerdão, Rodrigo Souza admite que só ouviu falar a respeito. Porém, minimizou a situação. “Alguns campos são melhores, outros nem tanto. A gente tem que passar por essas dificuldades. Quem quer ser campeão, tem que passar por cima disso tudo.