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No primeiro tático da semana, Náutico repete escalação, com Rodrigo Souza no lugar de Eli

Voltando de suspensão, Rodrigo Souza ocupa a vaga de Elicarlos, que deixou o clube

postado em 03/03/2016 17:06 / atualizado em 03/03/2016 17:06

Emanuel Leite Jr. /Especial para o Diario

Julio Jacobina/DP
As dúvidas que a torcida do Náutico tinha em relação ao time que vai encarar o Sport na Arena Pernambuco no próximo domingo, finalmente começam a ser elucidadas. Na tarde desta quinta-feira, o técnico Gilmar Dal Pozzo comandou o primeiro treino tático da semana, no CT Wilson Campos. Após o elenco ter folgado na segunda-feira, os titulares realizaram apenas atividades físicas na terça e quarta-feira. Nesta quinta, pela primeira vez, o comandante alvirrubro colocou em campo aquela que poderá ser a escalação do time para o Clássico dos Clássicos. E a formação foi idêntica a que enfrentou e perdeu para o Sport no domingo passado. A exceção foi o retorno de Rodrigo Souza, após cumprir suspensão, e a saída de Elicarlos, que foi para o Figueirense.

Após a derrota no último domingo, o técnico Gilmar Dal Pozzo havia adiantado que não seria o primeiro desaire na temporada que o faria mudar o modelo de jogo já consolidado em sua equipe. Algo que vai além do mero esquema tático, abrangendo aspectos do jogo como os princípios gerais, ofensivos e defensivos. E o treino desta quinta-feira demonstra que o treinador alvirrubro está mesmo determinado a seguir o trabalho que vem sendo desenvolvido sem muitos ajustes.

Se a torcida esperava pela possibilidade de ver Walber ser testado no lugar do zagueiro improvisado de lateral direito Rafael Pereira, ou alguma mudança na linha de três do meio de campo ofensivo, com a possível saída de Esquerdinha ou Renan Oliveira, nada disso se verificou. Na atividade desta tarde, apenas Rodrigo Souza voltou ao time, mas no lugar de Elicarlos, que já se desligou do clube. Ou seja, a nova dupla de volantes passa a ser Rodrigo e Niel.

Na primeira parte do treino, Dal Pozzo comandou uma atividade tática em campo reduzido visando a corrigir um ponto frágil de sua equipe na derrota do domingo passado: a marcação sobre pressão na saída de bola adversária. Acompanhando de perto todas as movimentações, o treinador repetia constantemente “não deixa o time de branco pensar”, em referência aos coletes brancos utilizados pela equipe reserva. Já em um segundo momento, houve uma movimentação mais específica em que ataque e defesa se enfrentava.