NÁUTICO
Atletas que trabalharam com Givanildo no América-MG falam de ânimo novo no Náutico
Rodrigo Souza e Walber podem ter suas chances de jogar aumentadas após chegada do treinador que os comandou na equipe mineira em 2015
postado em 06/09/2016 20:03 / atualizado em 06/09/2016 20:03
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“A chegada de um novo treinador dá um ânimo novo. Isso é natural. Os que estavam muito tempo fora querem mostrar serviço. Não é diferente do Givanildo. Ele quer um trabalho intenso e quer ter essa dúvida. Quem for escolhido por ele e entrar, ele espera que dê conta do recado”, comentou o volante Rodrigo Souza.
Walber deu uma declaração no mesmo tom do companheiro e lembrou que Givanildo gosta de dar chances a todos os jogadores. Lembrando que ano passado testemunhou uma situação que o time ganhou uma peça que vinha sendo pouco utilizada. “A chegada do professor Givanildo coloca o ânimo lá em cima. Como ele mesmo fala: não quer saber de cor, tamanho ou onde jogou. Quer saber da entrega. Ele tem uma virtude muito grande em não perder nenhum atleta. O Xavier lá jogou as últimas 15 partidas no América-MG e a preocupação do professor Givanildo era com quem não jogava. Ele precisa desses jogadores. Ele já alertou que eum estiver no grupo tem que trabalhar porque a oportunidade vai aparecer”, lembrou.
Olho no olho
Outro fator que Rodrigo Souza lembrou foi a forma de como Givanildo gosta de trabalhar com os atletas. O técnico sempre busca uma certa intimidade com os atletas para que não existam problemas internos. “Ele foi bem claro no que quer. Ele gosta de ter contato com os jogadores. Não gosta que o cara fique escondendo se está sentindo alguma coisa. Ele gosta de trabalhar com todo mundo no mesmo barco. Ele quer mostrar isso no dia a dia. Ele é um cara vitorioso como técnico e também como jogador. Ele já esteve do outro lado. Sabe o que o jogador pensa, quer e precisa. Ele gosta de ter essa conversa e intimidade para que as coisas não aconteçam de surpresa”.