NÁUTICO
Renan Oliveira explica o que muda na função de armador do Náutico com chegada de Givanildo
Meia revelou como o técnico o quer em campo e pregou repetição de time
postado em 08/09/2016 08:00 / atualizado em 08/09/2016 08:24
“Cada treinador tem o seu jeito de trabalhar e sempre pede algo diferente. Conhecer alguns jogadores também facilita para ele um pouco. Espero que a gente se adapte o mais rápido possível para que o grupo se adeque. Ele conversou com a gente da mesma maneira que com todos. Ainda está conhecendo o time, ficou mais calado e observando. Hoje (quarta-feira) ele deixou mais à vontade para que pudesse observar mais”, comentou Renan.
Apesar de ter ficado mais como espectador, Givanildo já deixou um pouco da sua marca na equipe. Segundo Renan Oliveira, o desenho tático foi bem parecido com o de Gallo, mas a sua função, por exemplo, já teve um papel um pouco diferente.
“Com o Gallo eu vinha muito de trás. O Givanildo pede que eu chegue mais perto do gol. São maneiras diferentes de jogar e de avaliação. Lógico que temos que ter comprometimento com a marcação, mas acho que não haverá tanta cobrança porque devo jogar mais perto do gol”, comparou.
Repetição
Um dos fatores que podem ajudar Givanildo na opinião de Renan Oliveira é a manutenção de um time base. Com tantas mudanças na equipe nas últimas rodadas e com pouco tempo para trabalhar, manter uma espinha dorsal será importante para uma possível arrancada que leve o Náutico até o G4. “Acho que quando você consegue repetir mais vezes o time fica mais fácil encontrar o entrosamento. Agora chegou um momento crucial do campeonato e é impossível não pensar em outro resultado que não seja a vitória”, comentou Oliveira.

