NÁUTICO
Givanildo não revela, mas dá pistas de escalação do Náutico e lamenta pouco tempo de treino
Técnico alvirrubro só teve quatro dias para treinamentos e escalou o que o time tem de melhor no momento para enfrentar o Bahia em confronto direto
postado em 09/09/2016 11:36 / atualizado em 09/09/2016 11:49
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É provável que a equipe seja a mesma que treinou nos dois dias anteriores e tenha Júlio César, Walber, Rafael Pereira, Adalberto, Gaston, João Ananias, Rodrigo Souza, Renan Oliveira, Jefferson Nem, Rony e Bergson como os 11 iniciais. Ao menos quase todos estes atletas foram vistos na segunda parte do treino, quando o técnico comandou uma atividade de bolas paradas. Há uma alternativa a este time, mas ela nem treinou neste momento em que as bolas eram alçadas na área. Vinícius, que foi utilizado na quinta-feira entre os titulares em um segundo momento do treinamento, deve ficar como opção para o segundo tempo e em uma situação que Givanildo terá que fazer adaptações.
“A escalação depende muito do trabalho que eles fizeram. De repente podemos estar utilizando (outra escalação) em determinada situação e jogo. Eu tive um jogador que está no Corinthians e ele, o Rodriguinho, não gostava de marcar. Hoje, ele vem atuando como segundo volante. É a situação de se adaptar. A situação vai depender do jogo. De início já treinamos e conversamos bastante”, comentou.
Se o técnico evitou adiantar o time, por outro lado elogiou muito a resposta dos atletas durante a semana. Gostou do afinco e da motivação dos atletas. Só deixou claro que não houve tempo hábil para deixar o time como deseja. “Pela resposta deles fiquei feliz sim. Mas satisfeito não posso dizer que estou. Nós treinadores precisamos de tempo. Foram apenas quatro dias de treino e não deu muito tempo de mudar muita coisa”, esclareceu.
A empolgação dos jogadores dificilmente vai fazer o técnico abrir um sorriso ou se empolgar do mesmo modo. Como ele mesmo diz, é pago para trabalhar e não para sorrir. Ao menos, admitiu que em toda a estreia sente um pouco de ansiedade, algo que para ele é mais do que natural mesmo já tendo comandado o Náutico em outras duas ocasiões. “Ainda tem o frio na barriga porque é uma coisa natural. Futebol é emoção. A minha não é como torcedor, porque torcedor é um apaixonado, mas na sua profissão você tem que ter essa sensação”.