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Náutico vê bola parada como arma para duelo contra o Avaí pela Série B do Brasileiro

Timbu treinou com atenção quesito antes de viajar para Santa Catarina

postado em 11/11/2016 09:00 / atualizado em 11/11/2016 10:10



Léo Lemos/Náutico
Dois pontos separam o Náutico e o Avaí na tabela da Série B. Diferença que pode mudanças neste sábado. Uma vitória do Timbu o recoloca no G4. Um triunfo dos mandantes pode acabar com as chances de acesso dos pernambucanos, dependendo de outros resultados. Já um empate deve manter as duas equipes na mesma situação. Além disso, os dois times atravessam fase similar. Nos últimos dez jogos, o aproveitamento é quase o mesmo. É possível, portanto, que pequenos detalhes sejam decisivos. Talvez por isso, o técnico Givanildo Oliveira tenha dado atenção especial às bolas parada antes de viajar para Santa Catarina. 

No único treino com bola da equipe entre as partidas contra o Goías e o Avaí, o treinador organizou um treino coletivo sem as presenças de Marco Antônio e Bergson, que foram poupados, e observou de perto o que podia alterar para tentar surpreender o adversário. Por outro lado, também foi trabalhado o posicionamento defensivo. Afinal, o time catarinense conta com o experiente e perigoso meia Marquinhos Catarina para definir os lances de falta e escanteio.

"Essa questão de bola parada a gente treina, fala e sempre acontece. Todo mundo treina. Toda rodada tem lance desse tipo e que define jogo. A gente treinou e mostrou o que acontece, mas faz parte do jogo e o que mais vemos é gol de bola parada. Temos que ter atenção com o Marquinhos e ficar mais ligados ainda nesta partida", comentou Givanildo. 

Do lado alvirrubro, é provável que Marco Antônio esteja em campo contra o Avaí.  Mas, caso não seja possível ele atuar, o meia já tem um substituto para as bolas paradas. Vinícius cobrou as faltas e escanteios contra o Goiás, quando o titular do quesito foi substituído, e tem boas lembranças de enfrentar o Avaí, em Santa Catarina. No último duelo, o atleta foi titular e esteve envolvido em um dos lances de gol, que saiu de escanteio cobrado por ele. 

"Falando em bola parada, eu vou lembrar do jogo de 2014 quando jogamos lá. Vencemos por 2 a 0 e, naquele jogo, eu cobrei escanteio e o Tadeu fez o gol. Isso foi logo no começo da partida. Jogamos bem mais soltos. Bola parada nesses jogos decisivos pode fazer a diferença", relembrou o camisa 23.