“Acredito que a superação é o nome do Náutico. Não tem que falar muito. O Boa tinha apenas 17 pontos na nossa frente. É um campeonato de superação. Nossa equipe melhora a cada jogo, mas é com superação e são jogos difíceis. Carecemos de melhorar em alguns aspectos, mas tem coisa que não vai melhorar da noite para o dia. Quando o Náutico entra em campo, pela sua história é uma coisa, pela realidade que estamos vivendo é outra”, disse.
Para Roberto Fernandes, o resultado alcançado foi de grande importância por ter sido fruto de um jogo muito equilibrado em que o Boa Esporte chegou até ser superior na segunda etapa, podendo ter complicado o placar.
“Fizemos um primeiro tempo bem equilibrado, onde conseguimos envolver o adversário com posse de bola e criamos oportunidades. Foi mais equilibrado até que o jogo do Paraná. Mas, no segundo tempo, o Boa nos atropelou em todos os aspectos. Fomos obrigados a fazer duas trocas por lesão (Rafael Oliveira e Ávila) e isso atrapalha bastante. Sem condições de fazer uma mudança tática, que na minha cabeça era necessária, colocamos mais um atacante.”

