“Trabalhei com Márcio no ano passado, no Figueirense. Quando foi citado o nome dele para vir para cá, a maioria dos jogadores veio me perguntar sobre o Márcio. E passei o que via dele. É um cara muito tranquilo, que gosta de conversar com o grupo e com os jogadores individualmente”, comentou o volante. “Ele está mostrando isso durante a semana, durante os trabalhos, e não modificou muita coisa (em relação ao trabalho no Figueirense). É um cara de caráter, que já vem ajudando muito a gente e vai ajudar o Náutico”, completou.
O atleta ainda ressaltou os momentos difíceis vividos no Timbu enquanto esteve lesionado e mostrou sinceridade sobre qual foi o pior deles. “O mais difícil foi ficar de fora da final, primeiramente. Foi complicado para mim, para aceitar na primeira semana. Foi um pouco conturbado para a minha cabeça. Mas acho que os dois momentos (estar lesionado e ver a fase ruim do time) são complicados. Você estando ali todos os dias, indo tratar e impossibilitado de fazer o que você sabe fazer e gosta de fazer diariamente. E também em ver os companheiros, com nada dando certo e as coisas caminhando ladeira abaixo”, salientou.
“Mas é complicado estar no DM e ficar impossibilitado de fazer alguma coisa, correr um pouquinho por eles, e ver as coisas dando errado. É difícil, mas acho que esses tempos ruins estão próximos de terminar e acho que os tempos bons vão voltar novamente, porque a gente já mostrou que pode fazer alguma coisa pelo Náutico e espero que seja logo. Que comecem logo esses tempos bons”, finalizou o volante Josa.

