Porém, para chegar a esse ponto, Diógenes revelou em entrevista à Rádio Jornal, que foi necessário bastante esforço no sentido de manter a austeridade financeira, algo que é marca da atual gestão Timbu, o que chamou de responsabilidade, umas das palavras que, segundo o dirigente, resume bem o que foi a campanha do Náutico para chegar ao título da Terceira Divisão.
“Responsabilidade e ambição. Não tenho nenhum tipo de rancor de nada do que aconteceu. Apanhei para caramba, mas apanhei para ser responsável, pelo compromisso que eu assumi com o clube e com o presidente, para que os caras do elenco jogassem essa final com o salário em dia. É preciso entender que o clube tem um limite para o tamanho do seu passo, não se pode dar passos maiores que as pernas e ambição de se achar que sempre se pode mais”, explicou o comandante do futebol alvirrubro.
Confira, em fotos, a trajetória vitoriosa do Náutico na Série C de 2019
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Léo Lemos/CNC

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Anderson Candido/Assessoria Imperatriz
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Leandro de Santana/Esp.DP
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Paulo Paiva/DP Foto
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Perguntado sobre a sensação que fica após a conquista do primeiro título nacional, que encerra o primeiro biênio do dirigente à frente do futebol do Náutico, Diógenes foi enfático ao explicitar que a principal herança dos últimos dois anos é o resgate da autoestima dos torcedores alvirrubros.
“Resgate, resgate. Resgate da autoestima, resgate da competitividade, resgate da credibilidade. O Náutico voltou, o Náutico é isso aqui. É um time que não desiste e entrega resultado até ser campeão. Não mexe com o gigante, porque o gigante é o Náutico.”




















