"Eu tenho feito as programações semanais de forma progressiva, porque é até perigoso que o atleta fique fazendo sempre o mesmo trabalho dentro de casa. A minha programação, que não é engessada, atende às necessidades de muito trabalho com bola, que pode ser na garagem ou com auxílio de um filho. Eles têm me mandado vídeos com relação a isso. Todo domingo eu posto no grupo o trabalho da semana, que envolve os dias de segunda até sábado. Domingo é o dia de folga, mas também não impede que eles executem alguma atividade. Se seguirem à risca o que está sendo feito e forem criativos nas suas atividades durante a semana, eles podem dar um dia de descanso, e para isso, nada melhor que o domingo", explicou.
Para Grassmann, o cronograma de atividades deve além de manter a forma dos atletas, promover ganhos em suas capacidades físicas. Para isso, além do cronograma baseado em saltos, subir escadas, agachamentos e trabalhos de força e resistência, os jogadores do elenco Timbu também devem fazer atividades que simulem movimentos de jogo.
“A gente está prevendo um ganho em algumas qualidades físicas, não é só manutenção. Que não somente a força. Isso vai continuar até que a gente tenha uma data fixa para reapresentar. Essas programações semanais vão atingir ao atleta de forma progressiva, sempre visando a especificidade da posição dele dentro de campo. Chutando a bola na parede, fazendo passe, batendo, simulando uma situação de chute a gol ou cabeceio, mais acelerações… os complementos que a gente fazia dá pra fazer dentro do apartamento, por exemplo, com um salto ou aceleração. Simulando situação de jogo dentro da função dele", apontou.

