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Procurado novamente pela reportagem, Becker apontou que o clube já foi notificado e que a partir de agora irá adotar o procedimento padrão no tocante às ações que empenham posses do clube, atuando na tentativa de suspender o leilão e, em paralelo, buscando um acordo, algo que classificou como pouco provável.
“O que podemos fazer agora é trabalhar nas duas frentes que o Departamento Jurídico do Náutico sempre atua em todo e qualquer leilão. Tentaremos achar algum vício processual para suspender o arremate e, em paralelo, tentar fazer um acordo, que nesse caso é muito difícil de se conseguir devido ao valor do processo que se encontra na ordem de R$ 3,3 milhões”, explicou.
Este procedimento, entretanto, já corre em processo de contagem regressiva, uma vez que a intimação entregue ao Náutico pela 5ª Vara da Justiça do Trabalho do Recife já estipulou as datas do leilão para o dia 7 de outubro (primeira praça) e 9 de novembro (segunda praça).
Caso o prédio da garagem do remo, localizada na Rua da Aurora, seja arrematado pelo seu valor integral, atualmente avaliado em R$ 3.288.000, o clube ainda não cobrirá integralmente o débito diante do meio-campista, ficando um saldo devedor de pouco mais de R$ 44 mil.

