Na visão de Kleina, por melhor que tenha sido o desempenho de Jorge Henrique como uma espécie de segundo volante, o mais interessante é utilizar o experiente jogador mais próximo a área adversária, na criação ofensiva. Assim, o Náutico deve se aproximar de uma formação clássica, no 4-4-2.
“Eu entendo que o Jorge é um jogador que tínhamos que preservar um pouco mais a energia. É um atleta muito inteligente e que quando pisa no campo do adversário, pelo recurso que ele tem, pode enfiar uma bola, fazer uma infiltração, uma finalização. A movimentação dele é de procurar espaço. Eu entendo que essa função que ele vinha fazendo foi muito inteligente como segundo volante. Porém, acredito que foi para jogos pontuais”, analisou Kleina.
“Eu mostrei para o Jorge que no decorrer dos jogos os espaços vão acontecendo, porque ele é um jogador que aproxima mais do setor de criação. Entendo que o que poderá equilibrar mais a nossa equipe é colocar o Jorge mais próximo ao Jean Carlos ou até mesmo como segundo atacante. Temos que tentar explorar o melhor do Jorge Henrique.Um jogador cerebral, experiente e que conhece bem o atalho. Explorar não só a condição física dele, mas sobretudo o recurso técnico”, concluiu.
Outra mudança na equipe será na defesa. A começar pelo gol, com Marcão ganhando a vaga de Jefferson, vetado pelo departamento médico do clube como forma de precaução, uma vez que o goleiro sofreu uma forte pancada na cabeça no empate por 3 a 3 com o Juventude, no último sábado. Além disso, na zaga, Fernando Lombardi deve ocupar a vaga deixada por Camutanga, que cumpre suspensão pela expulsão na última partida.
Desta forma, a provável formação do Náutico para o jogo contra o Guarani passa por: Marcão; Hereda, Rafael Ribeiro, Fernando Lombardi e Wilian Simões; Rhaldney, Matheus Trindade, Jean Carlos e Jorge Henrique; Erick e Salatiel Júnior.

