Náutico

NÁUTICO

Sem brilho desde 2012, meia-atacante Ronny diz que quer dar a "volta por cima" no Náutico

Revelado pelo Criciúma, jogador acumula passagens apagados nos últimos anos

postado em 19/01/2015 16:33 / atualizado em 19/01/2015 18:08

João de Andrade Neto /Superesportes

João de Andrade Neto/DP/D.A. Press
Apresentado oficialmente nesta segunda-feira à imprensa, o meia-atacante Ronny chega ao Náutico a acabar com um estigma que vem marcando a sua carreira: a de futebol de altos e baixos. Após aparecer de forma meteórica pelo Criciúma em 2011, quando foi eleito craque do Campeonato Catarinense, o jogador foi contratado pelo Figueirense, onde alternou momentos de destaque e ostracismo. Já nas duas últimas temporadas, pelo Palmeiras e Botafogo, pouco jogou, por motivos distintos. Agora, aos 23 anos, vê no alvirrubro uma nova chance de voltar a ficar por cima.

“Futebol não é uma coisa exata. Em Santa Catarina fui muito bem. No Palmeiras não joguei o que esperava, mas fiquei feliz de fazer parte da campanha do acesso à Série A. No Botafogo tive uma lesão séria (rompeu os ligamentos do joelho esquerdo), passei oito meses parados e nem tive tempo de ter altos e baixos. Mas são coisas que acontecem no futebol. Estou recuperado e espero dar continuidade na minha carreira aqui no Náutico”, destacou.

E para isso, Ronny tem no próprio Náutico algumas inspirações. Afinal, o Timbu vem se destacando nos últimos anos por recuperar carreiras de alguns atacantes, como Kieza, Maikon Leite e mais recentemente Sassá, que se valorizaram após a passagem pelo alvirrubro. “Sassá foi um amigo meu lá no Botafogo e quando veio para cá conseguiu dar a volta por cima. O Náutico é um clube grande, de grande visibilidade. Lógico que abre as portas.”

Sobre suas características, Ronny afirmou que apesar de ter jogado como atacante no Palmeiras, gosta mais de atuar como mais recuado, como meia. “Comecei na verdade como meia armador e com o tempo técnicos diferentes me colocaram para jogar mais aberto, mais perto do gol. Se o treinador optar posso atuar como segundo atacante, mas me considero um meia”, destacou.