NÁUTICO
Técnico do Náutico prefere a coletividade ao craque: "É o grupo que ganha um campeonato"
Gilmar Dal Pozzo não se importa com o fato de os rivais terem estrelas individuais
postado em 19/01/2016 09:32 / atualizado em 19/01/2016 10:34
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O treinador ainda brinca com situação. Afinal, quem recusaria alguns dos maiores jogadores da atualidade? Ninguém, nem mesmo Dal Pozzo. “A nível individual, os jogadores que eu quero são um Messi, Neymar, esses não podem vir, né?”, comentou, em tom espirituoso.
Pode até ser um recurso de retórica do comandante alvirrubro, ciente das dificuldades financeiras do timbu, que dificilmente poderá contratar um medalhão de reconhecimento internacional como os seus rivais. O goleiro Rodolpho, que conhece bem Dal Pozzo, com quem trabalhou também na Chapecoense, entretanto, garante que não se trata de mero discurso do comandante. “Futebol é a coletividade. Tem que somar as individualidades para fazer uma equipe forte. É a quarta temporada que trabalho com o Gilmar. E com ele não tem estrelas, tem trabalho duro e o coletivo”, atesta.

