Também pelas redes sociais, o defensor tratou logo de desmentir um possível desentendimento com o treinador. Algo que reforçou nesta sexta-feira. "Eu e o Roberto não temos nenhum tipo de relação não amigável. Pelo contrário. Ele é um dos treinadores que eu tive uma relação melhor. Sobre o lance, a gente não vinha fazendo um bom jogo, o que estava gerando um estresse nos jogadores. Ele cobrou da gente no intervalo de forma certa, pedindo para a gente acordar no jogo. E na hora do gol eu fui comemorar no banco e fui no Roberto. Ele me empurrou e pediu para eu voltar mais ligado e eu empurrei ele também em comemoração em forma mais de desabafo. Mas não teve discussão nem cobrança minha em cima dele. Foi mais uma comemoração de alívio", explicou o defensor.
Para Calixto, a forma efusiva na comemoração também retrata o perfil dos dois, de serem bastante elétricos durante os jogos. Tanto que adiantou que outras do mesmo tipo voltarão a acontecer. "Todo mundo sabe que eu sou meio doido e ele também todo mundo sabe que é um cara muito explosivo. Então a nossa comemoração vai ser sempre assim. No ano passado o Erick fez um gol e eu dei um golpe nele. E esse jogo foi um empurrão que eu dei no Roberto. Até pedi desculpas a ele no final do jogo, mas ele entendeu que era coisa de jogo. Para deixar bem claro não tem nenhum problema meu com o Roberto", reforçou.
Calixto, por sinal, deve ser um dos poucos titulares do Náutico a atuarem neste sábado, contra o Pesqueira, pela 5ª rodada do Campeonato Pernambucano. Para a partida, Roberto Fernandes já adiantou que deve poupar alguns dos atletas que foram titulares contra o Cordino, por conta da maratona de jogos. Na terça-feira, o Timbu recebe o Salgueiro, na Arena de Pernambuco, e na quinta encara o Botafogo-PB, em João Pessoa, pela Copa do Nordeste.

