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“Trabalho, basicamente, com quatro atacantes quase. A gente não abre mão desse conceito. O que a gente precisa, realmente, melhorar, que não é tão fácil, é a consciência deles de fazer as coisas automáticas. Quando um se infiltra, outro vem numa linha, tanto de um lado como do outro. Isso a gente faz até nos aquecimentos. Mas é óbvio que a sincronia é mais difícil porque são quatro para sincronizar ao mesmo tempo. Quando a gente faz sincronismo, a gente chega e tem a posse de bola. Quando não, a gente fica com quatro fixos lá e essa é a coisa ruim desse sistema”.
Mesmo ciente que é necessário um melhor entendimento entre os homens do setor ofensivo, o treinador diz que os números têm sido razoáveis. “Chegamos várias vezes no ataque (contra o Itabaiana, no Arruda). Noventa por cento dos nossos jogos foram partidas equilibradas. A gente está dentro da nossa média. Nos confrontos de igualdade temos levado vantagem sobre todos os adversários”, comentou. Em 16 jogos no ano, 18 dos 25 gols feitos pelo Santa foram das peças de meio-campo ou ataque, ou seja, 72% do total.
Em fotos: veja o elenco do Santa Cruz para a temporada 2017
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Rodrigo Baltar/Santa Cruz

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Mandy Oliver/Esp.DP
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