"A direção está trabalhando para buscar esses atletas. Mas não pode ser mais do mesmo. Achar bom jogador com dinheiro é difícil, imagine bom jogador a baixo custo. Conseguimos aí um bom volante (Luiz Otávio), mas não é toda hora que vai aparecer um bom negócio como esse. Até pelo nome do Santa Cruz. Ainda estamos pagando um preço alto pelo ano passado e pelas dificuldades de salários (atrasados)", disse o presidente.
O técnico Júnior Rocha afirmou que deseja contar com mais dois atacantes, sendo mais um centroavante e outro para atuar pelas pontas do gramado - este último, tratado como prioridade. "Como nossa meta é a Série C, tem que ir melhorando e organizando a casa para quando chegar o Brasileiro o mercado estar entendendo melhor o nosso projeto", pontuou Constantino Júnior.
A folha salarial do Santa Cruz gira em torno de R$ 250 mil. Sem as cotas do Campeonato Pernambucano e da Copa do Nordeste, já adiantadas no ano passado, o clube tem se virado com a cota da primeira fase da Copa do Brasil (R$ 500 mil) e patrocinadores. Não em vão, o mandatário tricolor é bastante realista ao tratar o Estadual como um observatório a fim de encontrar atletas a baixo custo já mirando o Brasileiro da Série C no segundo semestre.

