O treinador lembrou que essa não é a primeira vez que o Santa tem um primeiro tempo apático após ter tido uma exibição elogiável no jogo anterior. No caso atual, a vitória por 2 a 0 sobre o Fluminense, pela Copa do Brasil (a equipe acabaria eliminada nos pênaltis). Leston citou outros exemplos.
“Temos que ter muito cuidado para não traçar padrão. Temos uma leitura clara de que após os grandes jogos que fizemos nas partidas seguintes a gente sempre começou disperso. Essa oscilação é uma coisa que está acontecendo sempre. Depois que classificamos contra o Náutico na Copa do Brasil, no jogo seguinte tivemos um primeiro tempo muito ruim contra o Vitória (pelo Estadual). Depois fizemos um grande jogo contra o Ceará (pela Copa do Nordeste), apesar da derrota, e na sequência fizemos um primeiro tempo muito ruim contra o Afogados (pelas quartas do Pernambucano). Contra o ABC fizemos um grande jogo aqui no Arruda e um primeiro tempo ruim contra o Fluminense, no Maracanã”, listou.
Fotos: Confira as fotos da estreia do Santa Cruz na Série C diante do Treze-PB
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“O padrão está no pós grandes jogos. E hoje isso aconteceu de novo e o Treze teve o mérito de aproveitar. Assim como foi contra o Fluminense, no Maracanã, torcemos para acabar o primeiro tempo para corrigir algumas coisas importante.Fazer um gol de cada vez e acreditar até o final”, completou.
Leston também fez questão de enfatizar o poder de reação do time. Para o treinador, o segundo tempo do Santa Cruz já mostrou um futebol organizado em busca do empate.
“No primeiro tempo, depois que tomamos o segundo gol, até criamos duas ou três chances. Mas de forma desorganizada, dando ao adversário contra-ataques claros onde eles podiam ter matado o jogo. Diferente do segundo tempo, quando produzimos de forma mais equilibrada. A gente tem que corrigir as falhas e continua potencializando o que temos feito de bom”, encerrou Leston.



























































