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Bueno desconhece o local de nascimento do pai, que "foi para São Paulo entre 15 e 20 anos". Do pai, porém, o atacante garante que já recebia conselhos para jogar no Santa Cruz desde quando era criança.
"Meu pai já me disse que gostaria muito que eu viesse jogar no Santa Cruz. Quando eu era menor, ele me falava da torcida. Depois, a gente vai crescendo e vai acompanhando. Com certeza, a torcida é espetacular e dispensa comentários", falou o atleta.
Quem contribuiu também para que ele viesse ao Arruda foi o técnico Vinícius Eutrópio, com quem trabalhou no Figueirense, entre 2013 e 2014. "O primeiro contato foi com ele, diretamente com o Vinícius. Me ligou, falou do interesse, demonstrei interesse em vir e as coisas aconteceram muito rápido. Pesa muito quando o treinador fala diretamente com você", revelou Bueno, que tinha também uma proposta do Guarani.
Condicão física e camisa 99
Com clubes como Atlético-MG, Grêmio e Palmeiras no currículo, Ricardo Bueno defendeu o São José-SP na Série A1 do último Campeonato Paulista, marcando cinco gols. Após ter ajudado a evitar o rebaixameno do time interiorano, diz que procurou manter a forma física, mas necessiará ainda de alguns dias para estrear e atuar em alto nível."Fiquei um tempo parado, treinando a parte física. Nada a nível de clube. Por isso, preciso de dias para treinamento." Centroavante e acostumado a jogar com a camisa 9, Bueno terá outra numeração no Tricolor, agora com numeração fixa. Escolheu a 99. "Gosto também. O (Halef) Pitbull já tinha escolhido a 9", relatou.