“Não sou candidato a ser político e não tenho pretensão alguma. Não vou prometer e depois dar as costas. O que temos a oferecer são coisas concretas. Tem muita gente que deseja investir em uma marca chamada Santa Cruz. Precisamos é que essas pessoas acreditem que o projeto é sério e que não vai existir 'caixa 2', 'caixa 3', 'caixa 10'. O que vai existir é uma coisa transparente e séria. Nenhuma empresa séria investe em uma empresa que não tem seriedade”, bradou.
Com 52 anos, o consultor de gestão e marketing sempre fala que o Santa Cruz é viável e pode transformá-lo em uma potência. Só precisa ter a oportunidade de aplicar o que deseja. Em quase todas as suas frases o candidato fala em profissionalismo e seriedade para cuidar do Santa Cruz. Se assumir, a promessa é que isso será aplicado.
“Santa Cruz é totalmente viável. Essas pessoas que estão no clube precisam dar passagem a quem tem competência, formação e experiência. A gente precisa saber que gestão é algo muito sério. Sou consultor de mercado e sei (disso). Pego empresas pequenas, médias, grandes e multinacionais. Conseguimos melhorar ou ressuscitar uma empresa dessa. Por que com o Santa Cruz é diferente? Essas pessoas que estão no Santa Cruz não conseguem sair do Santa Cruz. Estão lá há 50, 60 anos e enraizados no clube e o clube se afundando”, afirmou.
Ao seu lado, Albertino tem como nomes Joaquim Bezerra e Bartolomeu Bueno, que comandam a oposição no clube. Uma oposição que, segundo o candidato, só existe do seu lado. Na sua visão, a candidatura de Fábio Melo é uma continuidade da chapa da situação. “Tudo o que eles votam na comissão eleitoral é junto. Tudo é 4 a 2. Vou derrotar uma chapa só. Até o dia da eleição eles se juntam.”

